O capitão da ROTA, Guilherme Derrite, anunciou a criação de uma força-tarefa especial para investigar a execução do PCC em um dos maiores aeroportos do mundo.
Segundo o secretário de segurança, cada uma das policias têm informações importantes para ajudar nas investigações.
O grupo será formado por representantes da Polícia Civil, Militar e Científica, os membros deverão compartilhar informações entre si e com o Ministério Público.
Quando as investigações acabarem, a força tarefa vai elaborar um relatório para a secretaria de segurança do estado.
A medida reflete a preocupação do governo do estado em capturar os responsáveis pelo ataque.
O governador Tarcíso de Freitas (REPUBLICANOS) chegou a divulgar em sua conta no X uma mensagem em que diz:
“Todas as circunstâncias serão rigorosamente investigadas e todos os responsáveis serão severamente punidos. Reforço meu compromisso de seguir combatendo o crime organizado em São Paulo com firmeza e coragem.”
O governador Tarcísio (REPUBLICANOS) pediu que o secretário de segurança deixasse de ir a um seminário de segurança pública em Nova Iorque para ajudar na crise criada pelo caso.
Guilherme Derrite tinha um voo marcado para Nova Iorque no domingo (10), onde participaria de um evento sobre segurança pública chamado de Collaboration and Integrated Policies for Public Security 2024.
O empresário Antônio Gritzbach foi morto no aeroporto de Guarulhos com tiros de fuzil calibre 762 depois de voltar de uma viagem com a namorada.
Gritzbach era corretor de imóveis no Tatuapé, zona leste de São Paulo e se envolveu com lavagem de dinheiro para o PCC através de Anselmo Bicheli Santa Fausta, conhecido como "Cara Preta".
Ele teria convencido Cara Preta a investir R$200 milhões em criptomoedas. Em 2021, o criminoso quis parte do dinheiro de volta e Gritzbach começou a se esquivar do pagamento, apresentando desculpas para não cumprir o combinado.
Após uma discussão acalorada, Cara Preta e seu motorista foram assassinados em uma emboscada no Tatuapé.
Em 2023, o empresário foi processado, por supostamente usar dinheiro do crime do crime para comprar imóveis em Riviera de São Lourenço, no litoral paulista.
Em março deste ano, Vinicius fez um acordo de delação premiada com o Ministério Público por dois anos. Até o momento, ele já havia prestado sete depoimentos.
Na delação entregou série de documentos à Justiça, que incluíam áudios de whatsapp, comprovantes de pagamentos, contratos e outras provas da realização de operações ilegais.
A Polícia também investiga a ligação do PCC com a contratação de jogadores de futebol, como uma outra forma de lavar dinheiro.
Esse foi mais um capítulo da crise de segurança que o Brasil vive. A Brasil Paralelo investigou esse cenário e fez o épico Entre Lobos.
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